Campo Base do Everest
Perguntas e respostas mais frequentes
1 - Como é o clima durante a viagem ao Campo Base do Everest?
A melhor época para realizar o trekking ao Campo Base do Everest é durante os meses de primavera (março a maio) e outono (outubro e novembro), quando predominam dias estáveis, boa visibilidade e temperaturas mais amenas.
Durante o dia, especialmente nas partes mais baixas da trilha, as temperaturas costumam variar entre 10°C e 20°C, permitindo caminhar com relativo conforto. À medida que ganhamos altitude, as temperaturas diminuem gradualmente, e nas regiões mais altas, como Lobuche, Gorak Shep e o Campo Base do Everest, é comum encontrar temperaturas próximas de zero grau durante o dia.
À noite, as temperaturas podem cair significativamente, chegando a -10°C ou menos nas áreas mais elevadas do trekking. Por esse motivo, é fundamental utilizar roupas adequadas para frio e um saco de dormir apropriado para temperaturas negativas.
Embora o período escolhido para nossas expedições corresponda às estações mais secas e estáveis do ano, o clima nas montanhas é sempre imprevisível. É possível experimentar sol forte, vento, chuva, neve e frio intenso, às vezes no mesmo dia.
Uma característica importante desta viagem é que a sensação térmica varia muito ao longo da jornada. Em alguns momentos estaremos caminhando sob sol forte usando apenas uma camada leve de roupa, enquanto em outros será necessário utilizar casaco de pluma, gorro e luvas. O segredo para o conforto durante o trekking é vestir-se em camadas, adaptando-se às constantes mudanças de temperatura e condições climáticas.
2 - Como serão os transportes durante a viagem?
Em Katmandu, realizaremos diversos passeios a pé, uma excelente forma de conhecer melhor a cidade, observar o cotidiano dos nepaleses e explorar seus mercados, templos e ruas históricas. Para algumas visitas mais distantes utilizaremos vans ou micro-ônibus privativos, dependendo do tamanho do grupo.
Nossa viagem entre Katmandu e Lukla será realizada em pequenos aviões com capacidade para aproximadamente 14 passageiros. Apesar da sensação inicial de fragilidade que essas aeronaves podem transmitir para quem não está acostumado, elas operam nesta rota há muitos anos e são especialmente adaptadas para voos em regiões montanhosas.
Os pilotos que realizam estes voos possuem grande experiência e treinamento específico para as condições da região do Himalaia. Para muitos participantes, o voo para Lukla acaba se tornando uma das experiências mais memoráveis de toda a viagem, oferecendo vistas espetaculares das montanhas e uma primeira aproximação com o ambiente que encontraremos durante o trekking.
A partir de Lukla, todos os deslocamentos serão realizados a pé. Não existem estradas ligando a região do Khumbu ao restante do Nepal, e as trilhas utilizadas pelos trekkers são as mesmas usadas diariamente pelos habitantes locais para transporte de mercadorias e deslocamento entre os vilarejos.
Durante o trekking, a bagagem principal será transportada por carregadores locais, enquanto cada participante caminhará apenas com uma mochila pequena contendo água, agasalho, câmera fotográfica e demais itens necessários para o dia.
Uma das razões porque temos tão poucos cancelamentos de voos é porque reservamos esses voos com meses de antecedência e com isso sempre voamos no primeiro voo do dia quando o clima é muito mais estável.
3 - Como são nossas hospedagens durante a viagem?
Em Katmandu nos hospedaremos no moderno e confortável Hotel Aloft (5 estrelas), localizado no famoso bairro de Thamel, principal centro turístico da cidade. Sua localização permite fácil acesso a restaurantes, cafés, lojas de equipamentos de montanha e aos principais pontos de interesse da capital nepalesa.
As acomodações são em quartos duplos. Caso prefira maior privacidade, é possível optar por quarto individual mediante um pagamento
Durante o trekking nos hospedaremos em lodges de montanha em quartos duplos. Os banheiros normalmente ficam fora dos quartos, mas dentro do mesmo prédio onde estaremos hospedados.
Não podemos garantir quartos individuais durante o trekking, mesmo para aqueles que tenham optado pelo suplemento individual em Katmandu. Em muitas localidades a oferta de quartos é limitada e a divisão dos quartos dependerá da disponibilidade encontrada em cada lodge.
Ao longo de mais de três décadas organizando expedições no Nepal, desenvolvemos uma excelente relação com os proprietários das hospedagens que utilizamos. Em cada vilarejo escolhemos os melhores lodges disponíveis, priorizando três critérios fundamentais: limpeza, qualidade da alimentação e hospitalidade. Os proprietários dos lodges que utilizamos são velhos amigos da Morgado Expedições, e essa relação construída ao longo dos anos faz toda a diferença na qualidade da experiência.
Uma surpresa para muitos participantes é o nível de conforto encontrado nos lodges da região do Everest. A partir de aproximadamente quatro da tarde, quando as temperaturas começam a cair, uma salamandra é acesa na sala de refeições, que também funciona como área de convivência. Este ambiente aquecido torna-se o ponto de encontro dos trekkers ao final de cada dia, proporcionando um espaço agradável para conversar, jogar cartas, ler ou simplesmente apreciar a atmosfera da montanha.
Outra mudança importante dos últimos anos é a melhoria da infraestrutura dos lodges. Atualmente, a grande maioria deles dispõe de chuveiros aquecidos a gás, permitindo banhos quentes mediante pagamento local. Apenas em Gorak Shep, o vilarejo mais alto da nossa jornada e base para a visita ao Campo Base do Everest, normalmente não há possibilidade de banho quente. Em todas as demais localidades do roteiro, os participantes poderão tomar banho quente mediante uma pequena taxa cobrada diretamente pelo lodge.
Embora simples quando comparadas a hotéis urbanos, as hospedagens da região do Everest oferecem um nível de conforto surpreendente para uma área tão remota do Himalaia e contribuem significativamente para tornar a experiência mais agradável.
5 - Como é o nível de dificuldade desta viagem?
O grau de dificuldade de uma trilha é algo bastante subjetivo. O que é uma caminhada fácil para uma pessoa pode parecer extremamente difícil para outra, dependendo de fatores como preparo físico, experiência anterior, idade e, mais do que tudo, motivação.
Apesar disso, de um modo geral, o trekking ao Campo Base do Everest costuma ser classificado como uma caminhada de dificuldade moderada.
As distâncias percorridas a cada dia são relativamente pequenas, normalmente não ultrapassando 10 quilômetros. A acomodação é confortável, a alimentação é boa e variada e a infraestrutura ao longo da trilha é excelente para os padrões de uma caminhada em alta montanha. E, acredite, tudo isso influencia diretamente na forma como percebemos a dificuldade de uma expedição.
O principal fator de dificuldade é a altitude. Durante vários dias permaneceremos acima dos 4.000 metros e alcançaremos mais de 5.300 metros durante a visita ao Campo Base do Everest. O frio também representa um desafio adicional, mas com roupas e equipamentos adequados esta dificuldade é facilmente administrável.
Como regra geral, podemos dizer que uma pessoa saudável e em razoável estado de condicionamento físico poderá realizar esta trilha sem maiores problemas.
Para aqueles que atualmente são sedentários, recomendamos iniciar uma preparação física com pelo menos seis meses de antecedência. Caminhadas, bicicleta, corridas leves e aparelhos como o step nas academias são excelentes formas de treinamento para as condições que encontraremos durante a viagem.
Além disso, todos os participantes receberão três meses de orientação e treinamento com Vanessa Oliveira, treinadora da Morgado Expedições, montanhista e atleta de endurance, que auxiliará na preparação física específica para a expedição.
Mas, acima de tudo, é importante lembrar que milhares de pessoas chegam ao Campo Base do Everest todos os anos. Mais do que força física ou velocidade, o que realmente faz diferença é caminhar de forma constante, respeitar o ritmo da aclimatação e aproveitar cada momento de uma das trilhas mais bonitas do planeta. E desfrutar de tudo o que esta jornada oferece será, sem dúvida, a maior motivação para completar cada dia com um sorriso nos lábios.
6 - Quanto dinheiro devo levar?
O Nepal é um país relativamente barato para os padrões brasileiros e europeus. Em Katmandu encontramos uma enorme variedade de restaurantes, desde estabelecimentos simples até excelentes restaurantes internacionais. De modo geral, com cerca de US$ 20 por dia é possível fazer duas boas refeições na cidade.
Além da alimentação, muitos participantes aproveitam os dias em Katmandu para comprar equipamentos de trekking, lembranças e artesanato local. O artesanato nepalês é bonito, variado e normalmente possui preços bastante acessíveis.
Nossa recomendação é que o dinheiro da viagem seja dividido entre diferentes formas de pagamento:
• Cartão de débito internacional que permita saques em caixas eletrônicos;
• Cartão de crédito internacional (Visa e Mastercard são amplamente aceitos; American Express é pouco aceito no Nepal);
• Dólares americanos ou euros em espécie.
Caso opte por levar dólares, recomendamos que sejam notas novas, em bom estado de conservação, sem rasuras, rasgos ou anotações. Notas antigas podem ser recusadas por casas de câmbio e estabelecimentos comerciais.
Durante o trekking, os principais gastos extras costumam ser:
• Banhos quentes nos lodges, normalmente entre US$ 4 e US$ 5 por banho;
• Recarga de celulares, câmeras e outros equipamentos eletrônicos, geralmente em torno de US$ 5 por hora;
• Bebidas engarrafadas e outras despesas pessoais;
• Compras de souvenirs e lembranças ao longo da viagem.
Também recomendamos uma gorjeta de aproximadamente US$ 200 por participante para ser dividida entre nossa equipe local de apoio. Ao longo da expedição teremos praticamente um membro da equipe para cada cliente, entre sherpas, guias locais e carregadores, e as gorjetas representam uma parte importante da remuneração desses profissionais.
Por fim, ao chegar ao Nepal, o visto turístico poderá ser emitido diretamente no aeroporto de Katmandu. Atualmente, o custo do visto é de aproximadamente US$ 50,00.
Como regra geral, recomendamos que cada participante leve uma reserva financeira adicional para imprevistos e despesas pessoais. Felizmente, a maioria dos gastos da viagem já estará incluída no valor da expedição, permitindo que você se concentre apenas em aproveitar a experiência.
7 - Por que exigimos um seguro viagem com cobertura para resgate por helicóptero?
Em qualquer viagem internacional, o seguro viagem é uma importante fonte de tranquilidade. Saber que, em caso de doença ou acidente, você poderá receber atendimento médico adequado sem preocupações financeiras permite aproveitar a viagem com muito mais segurança.
Dependendo da situação, o seguro poderá cobrir desde consultas médicas e internações até remoções para hospitais mais bem equipados em outros países da região, como Tailândia ou Cingapura. Além disso, a maioria dos seguros oferece cobertura para extravio de bagagem, atrasos de voos e outras situações comuns em viagens internacionais.
É fundamental que qualquer ocorrência seja comunicada à seguradora o mais rapidamente possível. Recomendamos também a leitura atenta das condições gerais da apólice, para que você conheça seus direitos, deveres e os procedimentos exigidos para acionamento das coberturas.
Para esta viagem, entretanto, existe uma exigência adicional: o seguro deve obrigatoriamente incluir cobertura para resgate por helicóptero em atividades de trekking em altitude.
A razão é simples. Durante grande parte da caminhada estaremos em uma região remota do Himalaia, sem acesso por estradas. Caso alguém apresente sintomas graves relacionados à altitude, sofra um acidente ou necessite de atendimento médico urgente, a forma mais rápida e segura de evacuação será através de helicóptero.
Felizmente, situações dessa natureza são raras. Porém, quando ocorrem, a rapidez do resgate pode fazer toda a diferença. Além disso, uma evacuação por helicóptero no Nepal pode custar milhares de dólares, tornando a cobertura específica para este tipo de operação absolutamente indispensável.
As opções de seguros mudam com frequência. Por isso, recomendamos que entre em contato conosco antes da contratação para receber as informações mais atualizadas sobre as seguradoras e os planos que oferecem cobertura adequada para trekking em altitude e resgate por helicóptero no Nepal.
8 - E quanto às doenças? Existe algum risco sanitário importante?
As condições de higiene em Katmandu são bastante diferentes das que estamos acostumados no Brasil e muitas doenças tropicais são encontradas no Nepal. Felizmente, com algumas vacinas e cuidados básicos, o risco de adoecer durante a viagem é pequeno.
Recomendamos que todos os participantes conversem com seu médico antes da viagem e, se possível, realizem uma consulta em um serviço especializado em Medicina dos Viajantes. Também sugerimos consultar a seção "Voos, Vistos e Vacinas" deste roteiro para informações atualizadas sobre as recomendações sanitárias para o Nepal.
Entre as vacinas frequentemente recomendadas para esta viagem estão Hepatite A e Febre Tifoide. Dependendo do histórico médico e vacinal de cada participante, outras vacinas também poderão ser indicadas pelo médico responsável.
Alguns cuidados simples ajudam muito a reduzir os riscos de problemas gastrointestinais durante a viagem:
• Evitar água da torneira;
• Utilizar apenas água tratada, fervida, filtrada ou engarrafada;
• Evitar saladas cruas;
• Dar preferência a frutas que possam ser descascadas;
• Higienizar as mãos com frequência.
Durante o trekking adotamos também uma medida tradicional entre montanhistas experientes no Himalaia: evitar o consumo de carne fresca. Nas regiões mais altas da trilha, as condições de transporte e armazenamento dos alimentos são bastante limitadas, e por isso preferimos refeições à base de vegetais, ovos, massas, arroz e outros alimentos de preparo mais seguro.
Para aqueles que sentem muita falta de carne, recomendamos levar do Brasil alimentos que possam ser conservados sem refrigeração, como salames e outros embutidos industrializados. Além disso, atum enlatado está disponível em praticamente todos os lodges da região do Everest, assim como diversos pratos preparados com atum.
Curiosamente, o maior desafio médico desta viagem não costuma estar relacionado às doenças infecciosas, mas sim à altitude. Por esse motivo, seguimos um programa de aclimatação cuidadosamente planejado, permitindo que o organismo se adapte gradualmente às grandes altitudes encontradas ao longo da caminhada.
Com bom senso, alguns cuidados simples e o acompanhamento de nossa equipe, a imensa maioria dos participantes realiza a viagem sem qualquer problema de saúde significativo.
9 - Como são os abrigos de montanha onde dormiremos e comeremos?
A cada ano que passa os abrigos da região do Everest tornam-se mais confortáveis. Embora estejam localizados em uma das regiões mais remotas do planeta, a infraestrutura disponível atualmente surpreende a maioria dos visitantes.
De um modo geral, os lodges são construções de pedra e madeira com dois andares. No piso térreo ficam a cozinha e a sala de refeições, que também funciona como área de convivência. Nesta sala encontramos mesas e bancos normalmente cobertos com tapetes tibetanos, criando um ambiente acolhedor para os momentos de descanso.
Por volta das 16 horas uma salamandra é acesa, aquecendo o ambiente e transformando a sala de refeições no principal ponto de encontro dos trekkers. É ali que passamos boa parte das tardes e noites conversando, lendo, jogando cartas, tomando chá ou simplesmente apreciando a atmosfera única do Himalaia.
No andar superior ficam os quartos. De maneira geral, os quartos possuem duas camas relativamente estreitas, colchões, travesseiros e cobertores. Os quartos não são aquecidos, motivo pelo qual recomendamos a utilização de um bom saco de dormir.
Os banheiros também passaram por uma grande evolução ao longo dos anos. Antigamente era comum que ficassem em pequenas construções externas, com sanitários bastante simples. Hoje, cada vez mais lodges possuem banheiros localizados dentro do próprio prédio e equipados com vasos sanitários convencionais de louça.
Os chuveiros também melhoraram muito. No passado, era comum utilizar um sistema simples com um balde de água quente posicionado acima do teto. Atualmente, a maioria dos lodges oferece chuveiros aquecidos a gás, proporcionando um banho confortável mesmo em grandes altitudes.
Hoje é possível tomar banho quente em praticamente todos os lodges utilizados durante a viagem, mediante pagamento local. A única exceção costuma ser Gorak Shep, o vilarejo mais alto do roteiro e base para nossa visita ao Campo Base do Everest, onde normalmente não há disponibilidade de banho quente.
Após poucos dias na trilha, muitos viajantes percebem que esses abrigos são parte fundamental da experiência do Everest. Simples, acolhedores e cheios de personalidade, eles oferecem tudo o que precisamos para descansar, nos alimentar e recuperar as energias para o dia seguinte de caminhada.
10 - Esse trekking é muito desconfortável?
Não. Apesar de estarmos em uma região bastante remota do Himalaia, procuramos tornar a caminhada o mais confortável possível. Afinal, passaremos cerca de duas semanas nas montanhas e a maioria das pessoas não está acostumada a trekkings tão longos.
Todas as manhãs você entregará seu duffle bag, contendo a maior parte de seus equipamentos, aos nossos carregadores. Durante a caminhada, levará apenas uma pequena mochila de ataque de 30 a 50 litros contendo sua câmera fotográfica, água, protetor solar e labial, anorak (corta-vento), alguns snacks e as roupas que nossa equipe recomendar para aquele dia.
Nossos carregadores e sherpas estão sempre atentos às necessidades do grupo e terão o maior prazer em ajudar caso alguém esteja cansado, indisposto ou apresente algum problema físico durante a caminhada.
Outro fator importante é que, ao contrário de muitas expedições de montanha, utilizamos lodges e não barracas. Isso representa um enorme ganho em conforto. Ao final de cada dia teremos uma cama para dormir, refeições quentes e uma sala de convivência protegida do frio e do vento.
Todas as noites nos reuniremos na sala de refeições, que é aquecida por uma salamandra acesa no final da tarde. A comida é saborosa, variada e preparada especialmente para atender os trekkers que percorrem a região do Everest. Na maioria dos lodges também existe a possibilidade de tomar banho quente mediante pagamento local.
Como um toque extra de conforto, nas noites em que dormirmos acima dos 4.000 metros de altitude, forneceremos uma bolsa de água quente para ser colocada dentro do saco de dormir antes de dormir. Quando você entrar no sleeping bag ele já estará aquecido e permanecerá confortável por várias horas, tornando as noites frias do Himalaia muito mais agradáveis.
Naturalmente, esta não é uma viagem de luxo. Os quartos são simples e as condições de vida são diferentes das encontradas em uma grande cidade. Mas, entre os grandes trekkings do mundo, o Campo Base do Everest oferece um nível de conforto surpreendentemente alto, permitindo que os participantes concentrem sua energia em apreciar as montanhas, a cultura local e a experiência extraordinária de caminhar até o pé da montanha mais alta da Terra.
11 – Como faço para tirar o visto e quanto custa?
O visto para o Nepal é relativamente simples de obter.
A forma mais prática atualmente é preencher o formulário online antes da viagem através do sistema de imigração do governo nepalês. Isso agiliza bastante o processo de entrada no país e reduz o tempo gasto no aeroporto após a chegada.
Quem preferir também poderá emitir o visto diretamente no Aeroporto Internacional de Katmandu, logo após o desembarque. Neste caso, basta preencher os formulários exigidos pelas autoridades locais e efetuar o pagamento da taxa correspondente.
Para a duração desta viagem, normalmente o visto de 30 dias é o mais adequado e atualmente custa US$ 50,00.
É importante que seu passaporte tenha validade mínima de seis meses a partir da data de entrada no Nepal e possua páginas em branco para os carimbos de imigração.
As regras de imigração podem mudar sem aviso prévio. Por esse motivo, próximo à data da viagem enviaremos aos participantes informações atualizadas e instruções detalhadas sobre a forma mais prática e conveniente de obtenção do visto naquele momento.
12 - E se eu quiser fazer uma extensão ao Tibete ou ao Butão?
Se você dispõe de alguns dias extras de férias, recomendamos fortemente aproveitar a oportunidade para conhecer outros destinos fascinantes do Himalaia após o término do trekking.
Uma das opções mais procuradas é Lhasa, a capital do Tibete, onde estão alguns dos mais importantes mosteiros do budismo tibetano, além do magnífico Palácio de Potala, antiga residência do Dalai Lama. Para muitas pessoas, uma visita ao Tibete complementa perfeitamente a experiência espiritual e cultural iniciada no Nepal.
Outra excelente alternativa é o Butão, um dos países mais preservados e enigmáticos do mundo. Conhecido como o Reino da Felicidade, o Butão impressiona por seus mosteiros construídos em penhascos, fortalezas históricas, paisagens montanhosas e pela forte preservação de suas tradições culturais e religiosas. É uma oportunidade rara de conhecer um país que segue um modelo de desenvolvimento muito diferente do restante do mundo.
Ao longo de mais de três décadas viajando pela região do Himalaia, aprendemos que Nepal, Tibete e Butão formam uma combinação extraordinária para quem deseja compreender melhor as culturas, religiões e tradições que moldaram esta parte da Ásia.
Entre em contato conosco e teremos prazer em ajudá-lo a organizar uma dessas extensões, transformando sua viagem ao Campo Base do Everest em uma experiência ainda mais completa e inesquecível.
13 - Existe algum limite de idade para essa viagem?
De maneira geral, não estabelecemos um limite máximo de idade para participação nesta expedição. Ao longo dos anos tivemos participantes de diferentes faixas etárias realizando o trekking com sucesso e aproveitando intensamente a experiência.
Recomendamos que menores de 13 anos não participem desta viagem. Embora as crianças não sejam necessariamente mais suscetíveis aos problemas de altitude do que os adultos, o diagnóstico pode ser mais difícil, pois muitas vezes elas têm dificuldade para reconhecer e comunicar sintomas importantes. Como grande parte deste trekking é realizada acima dos 4.000 metros de altitude, preferimos adotar uma margem adicional de segurança.
Teremos o maior prazer em sugerir outros trekkings em regiões de altitude mais moderada, especialmente adequados para famílias com crianças.
No outro extremo da faixa etária, recomendamos que participantes com mais de 50 anos realizem uma avaliação médica antes da viagem, incluindo uma consulta cardiológica. Esta recomendação não significa que exista qualquer impedimento para a participação, mas apenas que uma avaliação preventiva é uma medida prudente para qualquer atividade física realizada em grandes altitudes.
Mais importante do que a idade é o estado geral de saúde, o preparo físico e a motivação. Ao longo de nossa história já acompanhamos diversos participantes com mais de 70 anos que completaram o trekking com sucesso, demonstrando que idade cronológica nem sempre é o melhor indicador da capacidade para realizar uma caminhada deste tipo.
Se você tiver dúvidas sobre sua condição física ou seu histórico médico, entre em contato conosco. Teremos prazer em ajudá-lo a avaliar se esta é a viagem mais adequada para você e a orientá-lo na preparação necessária para realizá-la com segurança e conforto.
14 - Tenho uma doença crônica. Posso participar deste trekking?
De modo geral, doenças crônicas bem controladas não são um impedimento para participar do trekking. No entanto, recomendamos fortemente que você consulte seu médico e converse com ele sobre a adequação desta atividade ao seu quadro de saúde.
Estamos à disposição para fornecer ao seu médico todas as informações necessárias sobre o roteiro, altitudes, esforço físico exigido e condições da viagem, para que ele possa fazer uma avaliação adequada.
Em caso de dúvidas, entre em contato conosco. Teremos prazer em ajudar.
15 - Existe internet durante o trekking?
Sim. Em Kathmandu é possível comprar facilmente um chip (SIM card) local por um custo baixo, e em boa parte do trekking há cobertura de telefonia celular, permitindo o acesso à internet móvel em diversos trechos da rota.
Além disso, praticamente todos os lodges oferecem acesso a wi-fi pago. A qualidade da conexão varia bastante conforme a localização e as condições climáticas, podendo ser lenta ou instável em alguns momentos. De modo geral, a combinação entre o chip local e o wi-fi dos lodges permite que os participantes mantenham contato com familiares e acompanhem mensagens e e-mails ao longo da viagem.
16 – Posso recarregar meus eletrônicos durante o trek?
Sim. Todos os lodges dispõem de eletricidade, proveniente de pequenas usinas hidrelétricas, sistemas de energia solar ou, em alguns casos, geradores, permitindo a recarga de celulares, câmeras fotográficas, relógios e outros equipamentos eletrônicos.
No entanto, a eletricidade é um recurso valioso nas montanhas e normalmente é cobrada à parte. O custo varia de um lodge para outro, mas gira em torno de US$ 4 por hora de recarga, em média.
Dependendo do modelo de sua câmera fotográfica e do consumo de seus equipamentos, pode ser mais econômico levar baterias extras e/ou um power bank de boa capacidade para reduzir a necessidade de recargas ao longo da trilha.
17 - E se eu tiver outras dúvidas?
Sabemos que, antes de se inscrever para uma viagem como esta, é natural que surjam diversas dúvidas. Se houver alguma questão que não tenha sido esclarecida acima, por favor, não hesite em entrar em contato conosco.
Teremos o maior prazer em ajudá-lo.
WhatsApp: +55 11 99352-2825
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